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prá dar uma quebrada nos posts de arte e cultivar um pouquinho o ego, meme copiado da Ana Paula.

regras:

1- linkar a pessoa que te indicou (não preciso de indicação, quando eu acho legal eu simplesmente roubo, mas linko)
2- contar seis coisas aleatórias sobre você (abaixo)
3- indicar mais seis pessoas e colocar os links no final do post (não vou indicar ninguém, quem quiser que faça e depois me conte, que como boa gemininana eu adoro saber dessas coisas)
4- avisar a pessoa que você indicou, deixando um comentário para ela (nope, detesto encher o saco dos outros com brincadeiras de internet, correntes, etc)
5- avisar quem te indicou quando você publicar seu post (ninguém me indicou, é roubado)

vamos lá, seis coisas aleatórias que você precisa saber sobre mim:

1. eu tenho uma cicatriz no rosto. um belo dia, meu pai trouxe um cachorro já adulto para casa, dizendo que era do chefe dele que tinha viajado e ele se oferecido para cuidar do bicho. era um dálmata bonito, e eu tinha 6 anos. o cachorro me atacou quando me viu com um doce na mão - lembro-me que era um envelope daqueles pozinhos com sabor, que a molecada chamava de bala em pó - e só não arrancou meu olho esquerdo a dentadas porque minha mãe me puxou a tempo. levei 18 pontos no rosto e vivi uns anos com a possibilidade de uma cirurgia plástica reparadora. mas o trabalho dos médicos foi tão bem feito que a cicatriz ficou bonitinha, se moveu em direção aos cabelos com o tempo e nunca me atrapalhou em nada. e eu nunca perdi minha fé nos cães.

2. eu não gosto de coisas antigas dentro de casa. com algumas excessões, prefiro ficar longe de móveis antigos (aqueles barrocos, cheios de ornamentos e firulas me fazem ter pesadelos à noite), fotos de gente já morta, quadros, essas coisas todas freak me out e me deixam com uma sensação ruim de doença, morte e de estar enganchada no passado de alguma forma. e eu gosto de mobilidade e futuro.

3. eu não gosto de ambientes cheios de objetos e móveis. me sufocam. quanto maiores e mais pesados, pior. minha casa ideal é cheia de espaços vazios, poucos objetos de decoração e coisas guardadas em armários embutidos, longe dos olhos. tenho acalentado ultimamente o sonho de morar numa casa estilo japonês, bem minimalista e cheia de luz.

4. eu sou uma bagunça ambulante. não consigo manter nada arrumado ou organizado, é compulsivo. juro que não sei como acontece. arrumo hoje, amanhã as coisas estão fora de lugar. sou a rainha de deixar roupas espalhadas pela casa e esquecer xícaras com restos de café ou bolsas de chá em lugares insólitos.

5. eu já tive que engessar braços e pernas centenas de vezes. fraturas e torções foram uma constante na minha vida em uma certa época, tanto que eu já sabia quando precisava ir para o hospital engessar. já torci o pé andando. mas também eu era super ativa, dançava, fazia teatro e vivia fazendo besteira. saudade dos tempos em que eu não era sedentária... a foto ao lado é de uns 7 anos atrás, quando eu ainda morava no Brasil com mamãe e tinha um quarto azul.

6. eu tomo remédio controlado. comecei a ter síndrome do pânico um pouquinho antes de me mudar e ansiedade crônica que começou a atrapalhar minha vida demais, principalmente depois que minha filha nasceu - passei a ser responsável pela vida de outra pessoa. não tive outra alternativa a não ser começar a tomar medicação. o médico (brasileiro) acertou na mosca prescrevendo um remédio que não me tira a paixão pelas coisas (como aconteceu uma vez com outra medicação) e me ajuda a levar a vida com mais tranquilidade. e é super barato aqui nos EUA também.


depois faço o fuck-it list, que vi no blog da Denise.

vi esse meme por aí, mas acabei não resistindo e copiando da Denise.
o mundo seria um lugar menos divertido sem os memes.

What to Wear: preto, preto, preto. roupas de corte simples, casuais. jeans. saionas. roupas hippies. estampas indianas. overcoats.

What NOT to Wear:
estampas de tigre, onça ou qualquer outro bicho (acho breguíssimo). roupas de cores vivas. roupas que exponham muito o corpo, com muito detalhes ou com brilho (especialmente dourados).

What to Shoe: tenis. botas. sapatos boneca. all stars (forever and ever). havaianas. sandalinhas de couro. pantufas.

What to Bag: bolsas tipo carteiro. bolsas de lona. bolsas de artesanato, crochê. e ultimamente aderi às tote bags, que vão bem com tudo e são muito simples e práticas.

What to Denim: gosto de qualquer tipo de jeans (com excessão dos muito clarinhos). mas quando mais gasto, melhor. amo jaquetas jeans também, mas tem que ser tudo bem básico. não curti o skinny jeans, e acho que a moda não perdura por muito tempo. é meio irreal, acho. prefiro as calças com boca mais larguinha.

What to Makeup: pó, corretivo para as olheiras, batom cor de boca, lápis preto. e só.

What to Accessory: artesanato, principlamente contas. anéis enormes. brincos minúsculos, argolinhas. quinquilharias de plástico. coisinhas prá usar no cabelo, tipo pregadeirazinhas, elásticos coloridos. bandanas, lenços, cachecóis e chapéus.

What to Jewelry: nothing. jóias são coisas muito distantes de mim. usaria, no máximo, pedras semi preciosas.

What to Fragrance: gosto de perfumes masculinos, ou coisas com cheiro de mato, terra.

What to Hair: shampoo e condicionador Garnier Fructis (Sleek & Shine). prá diminuir o volume e evitar ondas.

What to Eat: comida oriental.

What to Drink: Guiness, New Castle, Xingu, Negra Modelo, Blackened Voodoo. frozen margaritas.

What to Bargain: nada, não tenho jeito prá essas coisas. se não puder pagar nem chego perto.

What to e-Bay: nada, por enquanto.

What to Tee: blusinhas de malha basicas, brancas, pretas ou vermelhas. camisetas de banda.

What to See: Tim Burton e Shyamalan.

What to TV: bobagens e desenho animado.

What to Listen: Dead Can Dance, sempre. perfeição em forma de música, simplesmente todos os estilos que eu mais adoro numa banda só.

What to Read: espiritismo e astrologia.

What to Move: dancei jazz, balé clássico e moderno por 4 anos, e foi uma das melhores coisas que já fiz na vida. hoje danço de forma livre, prá mim mesma, quando ninguém está olhando, e estou aprendendo yoga de forma autodidata. quero fazer dança-do-ventre.

"No retrato que me faço
- traço a traço -
às vezes me pinto nuvem,
às vezes me pinto árvore...

às vezes me pinto coisas
de que nem há mais lembrança...
ou coisas que não existem
mas que um dia existirão...

e, desta lida, em que busco
- pouco a pouco -
minha eterna semelhança,

no final, que restará?
Um desenho de criança...
Corrigido por um louco"

Mario Quintana

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