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não sei como vai indo a exposição em Lexington, ainda não deu prá dar uma passada por lá. quando você mora numa cidade americana pequena, não saber dirigir é um tremendo inconveniente. não há ônibus intermunicipais, e carro é artigo de primeira necessidade. tenho até vergonha quando digo que não sei dirigir, e jogo a culpa toda no marido, que sempre diz que vai me ensinar "na próxima primavera", mas ainda não se decidiu de que ano (verdade). são quatro anos de imobilidade e dependência total do meu cônjuge para resolver minha vida adulta. ele me transporta até pro meio do inferno se eu pedir, mas não dá mais, né? eu quero a minha driver's licence, meleca.

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os pés podem até ter limites, mas minha cabeça não. minha cachaça diária tem sido o trabalho com a técnica nova, que tem aberto algumas portas no sentido da inspiração, mas também fechado outras. como o trabalho está ficando ligeiramente expressionista, parece que o estilão mais gráfico não combina mais, e agora estou aqui pesquisando soluções para certos elementos que antes se encaixavam super bem. fácil não é, mas é muito estimulante e enriquecedor. a idéia agora é produzir alguns trabalhos pequenos até pegar mais confiança e começar a trabalhar em projetos maiores. inclusive vou refazer a Árvore da Vida pelo mesmo caminho.

in progress: "Tecendo meu Coração"

quase morta.

e depois de algumas semanas meio atribuladas consegui finalmente terminar as peças novas prá exposição no cafe. problemas de vista, crise criativa, obras na casa - não é fácil trabalhar com o tum tum tum de martelos o dia todo. mas a arte prevaleceu, e as peças ficaram prontas. agora vem a parte chata, que é emoldurar e "passpatourar" a coisa toda.

ok, vamos ao new stuff. ainda está meio longe do que eu queria, mas é o que vem saindo, então vamos aproveitar.

eu gostei tanto do layout que fiz pro meu blog de arte que resolvi seguir o exemplo por aqui também. e já que estou um tanto sem energia por causa de uma gripe repentina, nada como atualizar e pôr um pouco de ordem na minha vida virtual.

continua nevando e frio. nunca vi temperaturas tão baixas aqui pelas terras do norte desde que cheguei. houveram noites em que os termômetros marcaram -19 graus celsius. frio de gelar a alma. dia desses o gelo congelou os cabos de eletricidade e ficamos quase o dia todo sem energia. como o fogão é elétrico, passamos o dia a base de sanduíches e eu penei prá fazer café usando água quente da torneira. não sei como o povo se virava até o fim do século dezenove.



as coisas aqui finalmente começaram a entrar nos eixos. minha bebê passa super bem. a recuperação dela está sendo muito rápida, uma regeneração quase milagrosa, eu diria. engraçado como na maioria das vezes as crianças parecem ser mais fortes que nós, com uma capacidade de superação inimaginável. enquanto eu sofria aqui com sintomas de stress pós traumático, ela parecia pronta prá outra.

família e amigos foram maravilhosos durante esse período. as palavras de ânimo mesmo à distância tiveram um poder incrível de trazer um pouco de calma ao meu coração. a Aninha chegou a ligar para cá para saber como estavam as coisas, e quando a gente está tão distante isso não tem preço, gente.

vou aqui seguindo no meu ritmo, eu diria que agora quase 90% normal, pintando, criando, cuidando da vida. ontem recebi por email essa foto aqui:


sim, uma coisa fofa lá da California se apaixonou por uma das minhas ilustrações e decidiu que ia tatuá-la no braço. ela me disse que o desenho "falou" com ela muito profundamente, que seu simbolismo bateu com uma importante fase da vida dela. ainda não está terminada, é claro, mas ela já mandou a foto prá eu ver como o trabalho está ficando. o que é ter um trabalho seu gravado no corpo de uma pessoa para sempre? quando penso no quanto eu posso transformar e iluminar só por mover meus lápis e pincéis sobre um papel em branco meu coração transborda. é isso o que eu quero fazer pro resto da minha vida, até ficar tão velha que a artrite quase dissolva minhas falanges sobre o papel.

a ilustração original:


The Chemistry (Metamorphosis)

ontem à noite uma mulher veio à nossa porta perguntando se não queríamos trocar um gift certificate por 20 pratas em dinheiro. ela precisava comprar algo na farmácia e só tinha o cartão, obviamente não válido em farmácia nenhuma. como raramente temos cash em casa - pagamos praticamente tudo com cartão de crédito ou débito, - não deu prá ajudar.

comentei com meu marido que a coisa estava começando a ficar meio " à brasileira" por aqui. é possível que isso se torne mais frequente daqui prá frente. pessoas vindo à sua porta pedir coisas, ou te abordando em estacionamentos, como aconteceu com minha sogra um dia desses.

as coisas aqui na América não vão indo mesmo muito bem. todos os dias ouvimos notícias de empresas reduzindo drasticamente o número de funcionários. há pessoas com até mais de 20 anos de casa ficando sem seus empregos de uma hora prá outra. e o pior, sem garantias além do seguro desemprego, já que as leis trabalhistas daqui não são nem de longe como no Brasil. fala-se até mesmo numa segunda Grande Depressão, o que não é realmente novidade prá mim, já que o povo da Constelar tinha previsto isso uns bons dois anos atrás.

meu marido se aposentou recentemente depois de mais de duas décadas de serviços prestados ao governo. a maioria das pessoas ficou perplexa, sem saber como as coisas ficariam prá gente depois da redução salarial da aposentadoria, já que o salário dele mesmo integral não era lá essa maravilha e eu não contribuo significativamente para a renda da casa. além disso, ainda temos criança prá cuidar. podemos mesmo ter que abrir mão de certos luxinhos, mas eu dou graças a Deus todos os dias pela segurança de poder pagar as contas, fazer compras e pagar o seguro saúde. pensar que não iremos perder isso nunca mesmo com a crise braba que está ai é reconfortante.

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o sistema de saúde americano, engendrado pelo coisa ruim, também é algo que precisa urgentemente de ajustes . para quem não sabe, os EUA é um dos únicos países do mundo que não possuem serviço público de saúde. se você for muito pobre, você tem direito ao Medicaid, que é uma espécie de plano de saúde do governo. até aí tudo bem. o problema todo é se você não for assim tão pobre mas também não tão "remediado" a ponto de ter condições de pagar o seu seguro de saúde privado. então, querido, é pedir a Deus para não ficar doente, porque se tiver o azar de ir parar num hospital ou clínica para uma dorzinha de barriga que seja, espere receber em sua casa sem demora uma conta que poderá fazer você vender a alma ao capiroto para não ficar encrencado. e se você pensa que mesmo tendo seguro de saúde privado vai ficar livre de tirar dinheiro do bolso, engana-se. geralmente o seguro cobre só uma porcentagem dos seus gastos, dependendo do seu plano. ou seja, só funciona mesmo para que você, em casos extremos, como de uma hospitalização ou cirurgia, por exemplo, não vá a colapso financeiro, já que é estabelecido um limite de dinheiro que poderá sair do seu bolso por ano.

e a injustiça não para por aí. caso você tenha uma condição pré-existente, seja diabético, ou tenha algum problema crônico brabo, esqueça. você tem sérias chances de não se qualificar para plano nenhum. ou seja, vai ter que vender a alma mesmo. ou se mudar para um país onde o seu direito básico de assistência médica seja assegurado. ou esperar a morte chegar. e eu juro que não estou exagerando.

Mr. Barack Obama tem mesmo muito o que fazer por aqui. e eu não acredito que ele vá fazer milagres, não, pois há interesses de muito cachorro grande em jogo, e como são eles que mandam na América, sei não. é esperar prá ver.

o trabalho é um sketch para um projeto de fantasia que estava a um tempão tomando forma na minha cabeça. fazia tempo que eu não criava mundos e criaturas fantásticas e havia até me esquecido de como é divertido.

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mês que vem tem o Pagan Pride Day. prá quem não sabe, sou coordenadora de artes do evento aqui do Bluegrass. e nem estava me dando conta de que as atribuições do cargo (inúmeras, aliás. acho que sou uma das pessoas do grupo que mais trabalha) têm me distraído da minha própria exposição no festival. preciso pensar o quanto antes no que preparar.

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e ainda tem gente que me pergunta porque diabos eu demoro tanto a responder emails, scraps do orkut e porque eu nunca entro no msn. se tivessem que cuidar full time de uma pessoinha de 21 meses sozinhos, se preocupar com o que a família irá se alimentar hoje, manter o ambiente em que vivem o mínimo habitável, tocar uma carreira onde a competitividade é quase insuportável, e ainda fazer trabalho voluntário porque é importante ter ideais pelos quais lutar na vida, teriam a resposta. curta e grossa.

ando com a energia muito, muito em baixa. quase duas semanas com ataques de alergia, graças a um bagulho que meu marido comprou para espantar moscas - desde que o back porch foi abaixo, não posso fritar um ovo sem que milhares delas invadam a casa. pendura-se o negócio, e ele emana uns vapores mortíferos, que are supposed to be imperceptíveis para os humanos e animais. não foi para mim, parece. não tive outra alternativa a não ser livrar a casa do objeto de terror. estava vendo a hora de cair dura no chão da cozinha, envenenada por um mata-moscas.

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mas esse trânsito de Netuno sobre o meu sol está me deixando bem desvitalizada. e olha que é um chamado trânsito "benéfico". mais ou menos eu sabia que ia me sentir desse jeito, mas não fiz muita coisa prá neutralizar o bagulho. eu não sou uma astrology freak, aquele tipo que não põe o pé prá fora da cama sem antes consultar os astros. acho mais saudável deixar as coisas seguirem o seu fluxo. só olho mesmo o céu quando começo a perceber "padrões" nas coisas, prá buscar uma explicação, ou antes de tomar alguma decisão importante prá saber se a energia do momento é favorável.

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isso aí embaixo me deixou felizona.


"Estive profundamente envolvido em certos comitês e programas de pesquisa com cientistas muito confiáveis e várias pessoas da inteligência que sabem da verdadeira história e não hesito em falar sobre isto. Nós temos sido visitados." Perguntado se as visitas são regulares, ou acidentais, ele respondeu "há alguns contatos acontecendo. Não sei dizer ao certo pois não é minha área de interesse. Mas o fato de que temos sido visitados, que o Caso Roswell é real e que um número de outros contatos foram reais e ainda acontecem é bastante conhecido por pessoas como eu que foram informadas e acompanham os casos de perto."

Extrato do excelente Saindo da Matrix.

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é claro que tem muita gente que não acredita. eu sempre achei um absurdo total que nesse universo todo só existisse um planeta habitado, e ainda por cima o nosso, de uma humanidade tão atrasada e primitiva em certos aspectos que às vezes me dá vontade de rezar prá ser abduzida. as evidências são tantas que não dá prá levantar pelo menos uma reflexão sobre o assunto. agora eu tô duvidando um pouco de que o governo americano vá realmente abrir parte de seus arquivos. jogar a verdade na cara da humanidade significaria uma mudança extra-radical que afetaria todo o status quo. e tá bom que as grandes coorporações vão querer abrir mão de perder o domínio sobre as mentes... sem contar que a maioria das pessoas ainda prefere descansar no seu sono milenar e acreditar que estão muito bem, obrigada, e que não precisam mexer o traseiro para ver as coisas mudarem.

eu sinceramente acho muito melhor que a verdade sobre os UFOS e extra-terrestres venha à tona, que sistemas caiam, que gente se suicide por reconhecer que aquilo em que acreditaram a vida inteira era falso, do que ver a humanidade sendo devastada por catástrofes coletivas - que tem sido infelizmente o meio mais eficiente de fazer as pessoas se sentirem "incomodadas"...

já a várias semanas venho pensando em deletar o blog. afinal, não consigo mesmo me organizar para vir aqui escrever o que quer que seja. são muitas as coisinhas do dia-a-dia, sempre muito corrido, curto, chorado. mas vez ou outra me pego elaborando textos na cabeça ou pensando em coisas que gostaria de dizer. daí que não dá prá deletar blog nenhum, pois mesmo no meio do caos é preciso dar uma escapulida, ainda que rara. então, usei a estratégia de mudar o visual para incentivar a frequência. taí, girassóis. outra das coisas que me fazem sorrir largo e brilhar os olhos.

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agora tem conexão wi-fi aqui em casa. dá prá carregar o laptop prá tudo que é canto e navegar enquanto se lava a louça, faz o almoço ou olha a pequena brincar no quintal. não tem coisa melhor, e temos nos perguntado todos os dias como conseguimos viver sem isso todo esse tempo.

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e graças a tal conexão, agora mais rápida, descobrimos finalmente qual a graça toda do Youtube. porque antigamente era preciso esperar carregar o vídeo por uns minutos, e só então assistir. um saco total, peguei até uma certa bronca do Youtube. agora me delicio descobrindo quanta coisa legal tem ali prá se ver, e não são só vídeos de música, não. descobri um milhão de videos de astrologia e tarot, palestras espíritas, e, glória das glórias, TODOS os episódios de Candy Candy, meu desenho preferido no início da minha adolescência e, sem exagero nenhum, melhor lembrança da dita cuja. é em espanhol, mas dá prá entender. delícia.

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mas o melhor de tudo mesmo foi ter finalmente visto o trailer de Watchmen, que ando esperando há séculos. fiquei emocionada. Watchmen é uma das melhores coisas que já li na vida, sou fã incondicional. e fico feliz em ver que, ao que parece, a história está sendo tratada com o respeito que merece. aqui estréia em março. mal posso esperar.

aqui chove, e eu sem muito prá falar. pelo menos verbalmente, porque a cabeça e o coração, estão, como sempre, transbordando. cenas e cores e idéias. tantas idéias que não cabem numa única encarnação.

sei que ando trabalhando bastante, às vezes até tarde, o que me deixa um verdadeiro bagaço no dia seguinte. eu preciso dormir bem prá ser feliz e produtiva no dia seguinte. e principalmente para segurar a onda de ter uma toddler hiperativa em casa. porque a pequena, senhores, é um mini terremoto de 9 graus na escala Richter. engraçado ter saído tão diferente dos pais. eu e meu marido somos bem calminhos (pelo menos por fora) e introspectivos. há dias em que sinto a necessidade absoluta de uma babá, mas enquanto não tenho deadlines com um bom dinheirinho envolvido, não acho que vá valer a pena procurar uma.

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não contei que o espírito da Britney Spears baixou em mim há duas semanas atrás e resolvi passar a tesoura no cabelo myself. nem precisa dizer que foi uma catástrofe. sorte que a moça do salão conseguiu fazer um milagre e restituir a integridade da minha pobre cabeleira. ficou um defeitinho do lado esquerdo, atrás da orelha, mas nada sério. esses impulsos precisam ser contidos.

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também tive que trocar os óculos. mas ainda não tenho certeza se a mudança de grau foi a ideal, ou se estou com problemas com certos tipos de luminosidade, pois às vezes, quando desenho, tenho a impressão de estar vendo tudo meio fora de foco. ainda não sei. sempre que preciso trocar os óculos, é o mesmo drama há anos. os médicos nunca acertam comigo de cara, e lá vou eu refazer os óculos novinhos. um saco. e eu sinceramente acho que, aos 37 anos, preciso mesmo é de bifocais.

os óculos novos.

estou triste. a Cecília, nossa única árvore, vai ter que ser derrubada daqui a umas duas semanas. uma parte dela está fissurada, podendo cair na propriedade vizinha e fazer um estrago de proporções consideráveis. e se apenas a parte fissurada for cortada, o restante não será forte o suficiente para resistir. o que pode significar uma rua inteira sem luz e telefone num dia de vento forte.

vai ser duro olhar para fora e não ver mais os galhos e folhas que me dão tanta sensação de acolhimento e conforto. não ter mais onde procurar ninhos de passarinhos na primavera.

a casa onde vivemos é antiga. foi comprada no fim dos anos 80 por meu marido e sua primeira esposa, e tinha, na época, mais umas três árvores no quintal. só que o ex-sogro-babaca do meu marido não gostava de árvores e tomou a decisão arbitrária de derrubar as coitadas. prá mim, matar árvore é mais ou menos como matar gente. não sei como a Cecília sobreviveu. talvez por ter um espírito forte, sabe-se lá.

já tínhamos planos de plantar novas árvores, e devemos fazer isso quem sabe na próxima primavera. pois algo precisa ser feito para superar a sensação de desolamento que a velha Cecilia deixará quando se for.

Cecilia the tree[inverno 06]spring07_tree2

[inverno 06]

[inverno 06]

[inverno 06]

[inverno 06]

o tempo continua curtinho, curtinho. eu não imaginava que dar uma mamadeira levasse pelo menos uma hora. que trocar uma fralda muitas vezes significasse ter que trocar todas as roupas do bebê porque ele fez xixi no exato instante em que você removeu a fralda suja, molhando as roupas e os lençóis.

eu até imaginava que teria que passar vários dias à base de feijão enlatado e ovo frito porque não conseguiria preparar uma refeição mais elaborada, mas não imaginava que tomar uma simples chuveirada fosse me dar tanto trabalho.

já se passaram dois meses e, apesar da parte dura da história, eu tô cheia de orgulho porque todo mundo elogia o meu trabalho de mãe, porque ela está linda e super saudável e eu tive que aprender tudo na marra, sozinha e praticamente sem ajuda. não recomendo ter filho longe da família, de quem possa ao menos te preparar uma refeição decente de vez em quando ou cuidar do bebê enquanto você tira uma soneca, mas que é um grande aprendizado, isso é.

tinha um bocado de coisa prá falar, mas o tempo... também estou louca prá voltar a produzir. eu tenho contrato com uma empresa daqui que produz artigos com imagens de fantasy artists, e eles já começaram a requisitar novos trabalhos. também preciso terminar um livrinho que estou produzindo com meu marido, que só depende de mim prá ficar pronto. queria mudar o visual do blog. queria responder uns emails. tanta coisa...



ela nasceu a pouco mais de um mês atrás, um dia antes do Thanksgiving Day. e eu ando sumida porque ainda estou ajeitando a minha vida, que se tornou um mundo. sagitarianíssima, de sol, lua e ascendente (será que eu aguento tanta energia?). linda, linda, mãos expressivas, uns olhos de encantar. às vezes nem acredito que ela seja minha, que tenha vindo de dentro de mim.

volto assim que tiver um tempinho.

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